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terça-feira, 8 de outubro de 2013

ARTIGO- Como assumir o controle das suas lembranças e ser mais feliz

Este artigo do superinteressante edição 300 realmente foi de muita ajuda para meu auto-conhecimento, recomendo:


Memória e Felicidade - Como assumir o controle das suas lembranças e ser mais feliz. A chave da felicidade está no passado - mais precisamente, nas memórias afetivas que você vai construindo ao longo da sua vida. Se você conseguir controlá-las, será muito mais feliz. Veja como:

Você é feliz? Você está feliz agora? A resposta é mais complicada do que parece. Perceba a diferença nas duas perguntas. Na primeira, eu perguntei se você é feliz, ou seja, se está satisfeito com o andamento da sua vida. Na segunda, perguntei se você está feliz neste momento, lendo esta revista. E, somando essas duas coisas, qual é o saldo final? Feliz ou infeliz? Provavelmente, você hesitou antes de responder. Isso é normal. E acontece porque a felicidade é uma combinação meio complicada, uma mistura do presente com o passado. Você pode estar adorando este texto, mas triste porque foi mal numa prova ontem. Ou pode estar apaixonado por alguém, feliz da vida, mas achando esta conversa meio chata. A felicidade é uma combinação do presente com o passado. Só que o presente dura muito pouco. Para ser mais exato, 3 segundos.



A cada 3 segundos, ele se torna passado. Essa ideia surgiu em estudos do psicólogo francês Paul Fraisse e hoje é aceita por diversos pesquisadores, como o também psicólogo Daniel Kahneman, ganhador do Prêmio Nobel. Após 3 segundos, todas as informações que passam pela sua cabeça saem da consciência e são arquivadas nos sistemas de memória do cérebro. Isso significa que você enxerga a própria vida, fundamentalmente, através da memória. E isso tem uma consequência enorme: na prática, ela é o fator que mais pesa na felicidade. Mas está longe de ser confiável. Quase sempre nossas lembranças omitem ou distorcem detalhes do que aconteceu.






Pense num álbum de fotos. Você vai encontrar imagens do seu aniversário, do nascimento de um sobrinho, das últimas férias. Uma foto pode registrar um momento sorridente seu e de seus amigos numa festa. Na imagem, todos parecem felizes, e você relembra o momento com carinho. Mas o sorriso da foto não registra, obrigatoriamente, a forma como você se sentia naquele dia. Todo mundo já posou sorridente para um retrato mesmo se a festa estava chata. Ao abrir o álbum, no entanto, você nem sempre vai lembrar que a cerveja estava morna, que a carne do churrasco passou do ponto e do amigo que contava piadas ruins. A sua memória funciona como esse álbum.
A ciência está começando a entender como esse processo acontece. A memória é influenciada por dois mecanismos. O primeiro é a negligência sobre a duração das nossas experiências, ou seja, um instante de alegria intensa vale mais do que uma semana de felicidade moderada. E o segundo é a tendência a atribuir muita importância aos momentos que vêm por último, ou seja: se você for assaltado no último dia das suas férias, certamente se lembrará delas de forma ruim, mesmo que antes tenha passado 15 dias maravilhosos na praia. É como em um filme. As reviravoltas e o final são mais marcantes do que o restante da história. E isso pode nos levar a julgamentos equivocados.


"A memória negligencia a duração [dos eventos], e isso não colabora com nossa preferência por prazeres prolongados e dores curtas", diz Daniel Kahneman em seu novo livro, Thinking, Fast and Slow ("Pensando, Rápido e Devagar", ainda sem tradução para o português). Numa experiência coordenada por Kahneman, voluntários colocaram uma das mãos em um recipiente com água bem gelada. Com a outra mão, os participantes utilizavam um teclado para digitar a intensidade da dor. Cada voluntário mergulhou a mão duas vezes. Na primeira, ficaram 1 minuto com a mão submersa na água a 14 ºC. Na segunda, a temperatura era a mesma - mas era preciso suportar 30 segundos a mais. Só que nessa segunda vez Kahneman aplicou um truque. Nos últimos 30 segundos de sofrimento, ele injetou um pouquinho de água morna na vasilha. Era muito pouco, o suficiente para elevar a temperatura em apenas 1 grau. Uma mudança praticamente imperceptível, que não aliviava nada o sofrimento dos voluntários. Era um truque para mostrar como a memória engana as pessoas e pode fazê-las tomar decisões irracionais. Deu certo: 80% dos voluntários disseram que, se fossem obrigados a repetir a experiência, prefeririam o mergulho longo, que os faria sofrer por mais tempo. Por que escolher o mergulho que dura mais? Se fôssemos totalmente racionais, escolheríamos o sofrimento mais curto. As pessoas foram iludidas pela água morna - que dominou as memórias delas, simplesmente porque veio por último. "O estudo das mãos geladas mostra que não podemos confiar totalmente nas nossas escolhas. Preferências e decisões são moldadas pelas memórias, e as memórias podem estar erradas", acredita Kahneman.

Agora transponha essa ideia para a sua vida. Imagine que, no final das suas férias, todas as fotos e os vídeos que você gravou serão apagados e você vai tomar uma poção mágica que vai apagar todas as memórias da viagem. Seria horrível. As memórias das férias são tão importantes quanto as férias em si. A foto e a possibilidade de compartilhar a viagem com familiares e amigos são partes fundamentais da própria viagem. E isso leva ao primeiro segredo para influenciar a memória: buscar experiências que rendam muitas lembranças - mesmo que elas não sejam necessariamente o que você mais deseja fazer.

A emoção da memória


Pegue as fotos do seu aniversário. Você provavelmente se lembra de quem esteve nele, o que foi servido, as conversas com os amigos. Também se lembra de onde estava, e o que estava fazendo, quando os aviões atingiram o World Trade Center em 11 de setembro de 2001. Mas você se recorda do dia 10 de setembro de 2001? Aposto que não. E isso acontece porque a sua memória não foi desenvolvida para guardar tudo. "Temos a tendência de nos lembrarmos melhor de coisas que têm colorido emocional", explica a pesquisadora Lilian Stein, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), especialista em memória emocional. A memória privilegia os momentos em que vivemos as emoções mais fortes. É um recurso evolutivo. Na natureza selvagem, fazia sentido preservar em detalhes os episódios em que fomos ameaçados por predadores. Isso nos ajudava a aprender com a experiência. Um experimento realizado pelos pesquisadores Daniel Reisberg, Friderike Heuer, John McLean e Mark 


O¿Shaughnessy provou que as situações de medo são as mais gravadas na memória - numa escala de 0 a 1, obtiveram pontuação de 0,9, praticamente empatadas com as situações tristes (0,89) e com vantagem sobre os momentos alegres (0,71). Em outro estudo feito por 3 universidades americanas, cientistas exibiram um vídeo com cenas de violência a dois grupos de estudantes. Os pesquisadores fizeram duas edições diferentes do filme, ambas com 1min33s de duração. A única diferença era o meio da história. Uma das edições continha uma cena de assassinato e a outra não. O grupo que assistiu à versão violenta se lembrou de muito mais detalhes do vídeo. Conclusão dos cientistas: os episódios dramáticos da vida geram memórias fortes.

É por isso que ficamos entediados com as obrigações do dia a dia: a rotina não produz sentimentos intensos. A memória é refém dos picos de emoção, como frustrações ocorridas no trabalho e finais de semana alegres. Por isso, para ser feliz, evite a todo custo situações que possam gerar memórias negativas (como um emprego ruim), mesmo que elas também prometam alguma recompensa (salário alto). O contracheque gordo tende a virar rotina depois de um certo tempo, mas as frustrações ficam marcadas na memória.

Nas férias também é assim. É muito melhor fazer duas viagens de 15 dias do que apenas uma de 30 dias. Isso porque as 2 viagens irão gerar mais lembranças diferentes (o que alimenta positivamente a memória). E você estará evitando a rotina - uma sensação inevitável de passar 30 dias no mesmo lugar.


Não confie demais nas próprias memórias. O simples ato de se lembrar de uma coisa é o suficiente para distorcê-la. Outro estudo, feito pelos pesquisadores Ulric Neisser e Nicole Harsch, entrevistou pessoas dias após o acidente com o ônibus espacial Challenger, que explodiu durante seu lançamento em 1986. A pergunta era: onde você estava quando soube da explosão do Challenger? Quase 3 anos depois, os cientistas voltaram a falar com os voluntários e descobriram que as informações haviam sido radicalmente alteradas na memória deles (em alguns casos, com lembranças totalmente opostas). Apesar disso, os entrevistados mantinham total convicção e relatavam minuciosamente os detalhes, como se o acidente tivesse ocorrido no dia anterior - mesmo que tudo aquilo não passasse de memórias falsas.


Isso tem uma explicação neurológica. As memórias são armazenadas na forma de conexões semipermanentes entre neurônios. Quando você se lembra de alguma coisa, essas conexões se tornam instáveis e quimicamente sujeitas a modificações e distorções. A cada vez que você acessa uma memória, ela pode ser alterada. É possível reprogramar lembranças ruins. "Quando utilizamos as nossas memórias, a informação fica suscetível a mudanças, durante um tempo que pode durar horas", diz o cientista Martín Cammarota, da PUC-RS. E essa maleabilidade é importantíssima. Imagine um homem pré-histórico que precisa atravessar um rio para buscar comida. Na primeira vez em que tentou cruzar as águas, viu que o rio era muito fundo, desistiu e registrou em sua memória que o rio não podia ser atravessado. Meses depois, viu outra pessoa tentando - e conseguindo - atravessar o rio em outro ponto. Se as memórias fossem imutáveis, essa informação não entraria na cabeça do primeiro homem - que continuaria achando o rio algo intransponível. As memórias ficam instáveis quando as acessamos justamente para permitir que novas informações sejam agregadas a elas. Se a memória humana fosse 100% imutável, ninguém conseguiria aprender nada.

Vamos aplicar esse conceito na sua vida. Talvez você já tenha passado por um emprego difícil. Logo depois de pedir demissão, fica com uma memória ruim do tempo que passou nesse trabalho. Chefe carrasco, colegas cruéis, salário baixo, tudo isso vem à mente quando você recorda esse período ruim. Mas aí você consegue um emprego melhor e, tempos depois, o antigo trabalho ganha nova interpretação. Você passa a achar que o período foi importante para amadurecer, que aprendeu muita coisa no emprego antigo. E vive mais feliz. Esse tipo de alteração acontece naturalmente, mas também pode ser induzida ou controlada. Pesquisadores da Universidade de Montreal e da Universidade Johns Hopkins estão desenvolvendo drogas que poderão ser capazes de apagar memórias negativas da cabeça de uma pessoa. O objetivo é tratar ex-combatentes de guerra. Mas é possível que, em algum ponto do futuro, essas substâncias estejam disponíveis para qualquer pessoa.

Enquanto os remédios desenhados para atuar na memória não chegam às farmácias, você pode utilizar outras técnicas para lidar melhor com suas recordações. A readaptação de memórias é um processo natural que acontece a todo momento sem que você perceba. Não temos total controle sobre esse mecanismo nem os cientistas estão convictos do nosso poder sobre ele. Mas existem dois campos da ciência que comprovadamente podem ajudar a controlá-lo: a Psicologia Positiva e as terapias cognitivo-comportamentais. Lembra-se daquele exemplo do emprego ruim? Você só conseguiu ter um novo olhar sobre o passado porque encontrou um trabalho melhor. Dependemos de uma vida feliz no presente para conviver melhor com os acontecimentos do passado e para produzir boas lembranças das coisas que estamos vivendo agora. Mas não serve qualquer tipo de felicidade. É preciso buscar um tipo específico de felicidade, que dribla as limitações da memória humana. O truque é provocar variações no cotidiano, o que fará com que ele se enquadre na categoria de eventos "diferentes" e acabe gravado na memória. "Os hábitos são uma grande oportunidade, porque podemos mudá-los", diz James Pawelski, da Associação Internacional de Psicologia Positiva.


Faça coisas diferentes. Se você janta fora toda sexta-feira, por exemplo, passe a frequentar restaurantes diferentes. Nada garante que você vá gostar deles, mas o sabor de novidade é ótimo para a formação de memórias. Na pior das hipóteses, a variação fará com que o restaurante de sempre volte a ter graça. "Se você está acostumado a comer caviar, daqui a pouco vai querer um caviar mais sofisticado para sentir prazer. Mas, se ficar um tempão sem comer caviar, qualquer caviar será bom", explica Ricardo Wainer, professor da PUC-RS e especialista em terapia cognitivo-comportamental. O mesmo vale para viagens, exercícios e praticamente todos os hábitos do dia a dia.

A felicidade diferente

Também é fundamental ter objetivos. Onde você quer estar daqui a 1 ano? Ter metas é importante porque influencia o presente - e, como o presente só dura 3 segundos (lembra?), a memória. Imagine um velho empresário bem-sucedido relembrando os primeiros anos do seu negócio. Ele vai lhe contar das dificuldades e dos sacrifícios com entusiasmo e provavelmente vai encerrar com uma expressão do tipo: "Bons tempos". Na memória dele, a fase de construção do novo negócio foi arquivada com cores alegres porque ele tinha uma meta, enxergava sentido no sacrifício. Trabalhar 18 horas por dia, se alimentar mal, operar com as contas no vermelho, lidar com problemas o dia inteiro: atividades que queremos evitar ao máximo e que costumam ser arquivadas como eventos ruins. Mas, quando associadas a um objetivo de vida, pulam para o grupo das memórias positivas.

O segundo caminho é encontrar alguma coisa de que você goste muito, mas muito mesmo. Você já deve ter feito alguma atividade na vida em que pensou "Puxa, eu poderia passar a vida inteira fazendo isso". Essa sensação de parar o tempo tem uma importância maior do que parece. Músicos passam horas em concentração profunda aprendendo um trecho complicado de uma música. Para quem toca um instrumento e não sente a sensação de parar o tempo, destrinchar compassos difíceis pode ser uma tortura e vira motivo para abandonar o violão ou o piano. Afinal, você tem uma memória negativa dessa tarefa.


Mas quem sente uma concentração absoluta, quem não vê o tempo passar diante de uma atividade complicada (e agradável), vai querer repetir a experiência, e as 5 ou 6 horas sentado na mesma posição repetindo uma melodia à exaustão se tornarão uma memória positiva. E a coisa vai além.

Segundo Martin Seligman, psicólogo da Universidade da Pensilvânia, pessoas felizes costumam relatar a necessidade de repetir com frequência a experiência de "parar o tempo", um conceito conhecido como "fluxo". "Você se sente totalmente em casa", explica Seligman em um artigo do livro The Mind ("A Mente", sem tradução para o português). "O que você tira disso não é a propensão de rir bastante. O que você atinge é um fluxo, e, quanto mais você investe nas suas maiores forças, maior o fluxo que você atinge na sua vida", completa. É como se os benefícios dessas experiências prazerosas irrigassem satisfação para outras áreas da vida, criando condições para que você estabeleça um fluxo positivo para produzir memórias mais interessantes sobre o presente e para reinterpretar recordações do passado. Um emprego ou uma aula chata podem se tornar suportáveis se você consegue parar o tempo quando chega em casa, fazendo uma coisa de que gosta muito. Alguns sortudos conseguem atingir esse nível de concentração e prazer no próprio trabalho, outros em hobbies como a música, a jardinagem e as tarefas manuais. Seja qual for a sua escolha, boas memórias dependem do contato com essa fluidez. Quando sentimos a felicidade acontecendo no presente, e não somente no passado.


Memórias incríveis
Transformar o ordinário em extraordinário. Essa é a chave para criar mais lembranças boas

Drible o esquecimento
A memória não registra o que acontece na maior parte do tempo. Ela grava os momentos de maior emoção e/ou que acontecem no final de uma experiência (férias, por exemplo). Para o cérebro, um instante de alegria pura vale mais do que uma semana de bem-estar moderado, cujos detalhes fatalmente acabarão descartados pela memória e não ajudarão você a se sentir feliz no futuro. Por isso, é fundamental criar o máximo de momentos bons - e registrá-los da forma mais detalhada possível.

Multiplique por 2
Divida as férias em 2 períodos de 15 dias e visite 2 lugares diferentes, pois assim você produzirá 2 conjuntos de memórias prazerosas.

Cuide dos finais
Nosso cérebro foi programado para perpetuar os desfechos. Lembre-se disso e deixe bons momentos reservados para o final de cada episódio da vida, seja uma viagem de férias, seja uma festa com os amigos. Ir embora antes que a animação da festa caia é uma boa ideia para registrar uma memória feliz daquele momento.


Memórias esquecíveis
Coisas ruins acontecem. Com todo mundo. Mas você pode se livrar delas

Reinterprete o passado
Lembranças ruins são fortes, mas elas podem ganhar um novo significado com o passar do tempo. A ciência já provou que as memórias passam por um período de instabilidade sempre que você se recorda de alguma coisa. Isso significa que elas estão sujeitas a ganhar novas informações - e, sim, serem alteradas. É possível reinterpretar lembranças negativas. Basta que você passe por alguma situação feliz - ela cria um novo contexto, que permite transformar as memórias ruins.

Evite o que é ruim
Não adianta encarar uma rotina infeliz em troca de compensação social ou financeira. A alegria que você sente nos seus momentos de lazer dificilmente irá compensar a infelicidade que reina na maior parte do tempo.

Repense as experiências
Se você passou anos num emprego horrível, mas agora está num lugar melhor, lembre-se de que aquele sofrimento ajudou você a crescer, foi fundamental para forçá-lo a buscar algo novo. Uma memória ruim se transforma em algo bom.


Memória felizes
Mude a sua rotina - e assim construa um novo presente, um novo passado e um novo futuro

Produza lembranças melhores
Um estudo da Universidade de Michigan mostrou que voluntários melhoravam a avaliação de suas vidas quando encontravam uma moeda perdida (que havia sido plantada secretamente pelos pesquisadores). O inesperado é uma arma poderosa para produzir boas lembranças e para quebrar a rotina. A chave é buscar um cotidiano rico em novidades - mesmo que à primeira vista elas não pareçam grande coisa.

Persiga o diferente
Faça coisas novas. Por exemplo: comer coisas de que você não gosta. Isso irá criar memórias fortes - mesmo se você não gostar do sabor do jiló, a experiência (e a lembrança dela) fará o arroz com feijão parecer mais saboroso.

Faça o tempo parar
Encontre alguma coisa de que você gosta muito, mas muito mesmo de fazer, o suficiente para esquecer o tempo que passou fazendo aquilo. Esse tipo de atividade gera um tipo diferente de bem-estar, extremamente positivo - e poderoso -, que vai produzir um contexto de vida mais feliz. Isso permite que você reavalie suas memórias com tonalidades mais alegres.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

COMO UM TDAH MONTA UM TEXTO


Bem, para quem se interessar, postarei aqui as mudanças que um post meu sofre a cada etapa,

Eu básica mente sigo o esquema abaixo:


1º  Escrever palavras chaves
2º  Introduzir
3º  Desenvolver
4º  Colocar exemplos
5º  Concluir
6º  Reorganização das frases e parágrafos
7º  Inclusão de mais dados
8º  Descansar o texto (não ler por umas horas)
9º  Reler o texto e corrigir coisas que não notou antes
10º Colocar no Word para verificação ortográfica
11º Inserir imagens para facilitar e tornar a leitura alheia mais interessante

Porém, são várias voltas ao redor do texto, com idas e vindas, sempre resolvendo preencher uma lacuna com uma coisa, achar que pode descrever melhor algo ou senão escrever logo algo que só pode aparecer mais adiante...

Se eu fosse construir uma casa da mesma forma que eu escrevo um texto, seria bem capaz que terminasse assim:


Para demonstrar a sequência de criação de posts meus (sei que não são as melhores coisas do mundo... mas pelo menos são originais), eu fiz o seguinte:


Na criação do meu ultimo post, (PEREGRINANDO (21) MUDANÇA DE HABITO) eu resolvi o usar como experimento para notar as mudanças que meus textos sofrem na sua criação...

Assim, numerei o 1º texto, e fui salvado ele a caa modificação....

Confiram:




1º TEXTO

como ja tava acostumado com tristeza, dificilmente ficava frustrado... assim

Hoje eu tinha uma leve tarefa... pegar uma conta, sacar um dinheiro no caixa eletronico e levar na lotérica para que o documento rcebesse a autenticação de lá....

Só que me confundi com os valores, assim, eu levei menos dinheiro...

Como fiquei meio com vergonha da situação... eu sendo contador e a mulher vendo que errei...

Acabei ficando pensativo, e entrei no modo automatico...

Eu fui no caixa eletronica sacar de novo... e voltrei para pagar....

Sendo que poderia ter entregue meu dinheiro, e depois restituido no caixa eletronico depois...


_______________________________________________________________________________

2º TEXTO


O maior inimigo do TDAH são suas propriás emoçoes....

emoções ocupam um espaço considerável em relação a atenção, memória e decisões

Por 7 anos eu fiquei depressivo enquanto trabalhava... (sempre pelo mesmo motivo... ser solitário)

Com isso, minha mente sempre estava desacelerada... notava mais as coisas, lembrava mais das coisas, me focava nas tarefas, sendo a parte ruim a falta de motivação e a força que tinha de fazer continuar trabalhando...



como ja tava acostumado com tristeza, dificilmente ficava frustrado... assim

Hoje eu tinha uma leve tarefa... pegar uma conta, sacar um dinheiro no caixa eletronico e levar na lotérica para que o documento rcebesse a autenticação de lá....

Só que me confundi com os valores, assim, eu levei menos dinheiro...

Como fiquei meio com vergonha da situação... eu sendo contador e a mulher vendo que errei...

Acabei ficando pensativo, e entrei no modo automatico...

Eu fui no caixa eletronica sacar de novo... e voltrei para pagar....

Sendo que poderia ter entregue meu dinheiro, e depois restituido no caixa eletronico depois...

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3º TEXTO


O maior inimigo do TDAH são suas propriás emoçoes....

emoções ocupam um espaço considerável em relação a atenção, memória e decisões

Por 7 anos eu fiquei depressivo enquanto trabalhava... (sempre pelo mesmo motivo... ser solitário)

Com isso, minha mente sempre estava desacelerada... notava mais as coisas, lembrava mais das coisas, me focava nas tarefas, sendo a parte ruim a falta de motivação e a força que tinha de fazer continuar trabalhando...



como ja tava acostumado com tristeza, dificilmente ficava frustrado... assim 

Hoje eu tinha uma leve tarefa... pegar uma conta, sacar um dinheiro no caixa eletronico e levar na lotérica para que o documento rcebesse a autenticação de lá....

Só que me confundi com os valores, assim, eu levei menos dinheiro...

Como fiquei meio com vergonha da situação... eu sendo contador e a mulher vendo que errei...

Acabei ficando pensativo, e entrei no modo automatico...

Eu fui no caixa eletronica sacar de novo... e voltrei para pagar....

Sendo que poderia ter entregue meu dinheiro, e depois restituido no caixa eletronico depois...


Oque Causou tanta mudança emocional em mim?


Bom... agora tenho a vida que sempre sonhei... um emprego fixo... hobbys...amigos... e finalmente, uma namorada...


Eu fiquei muitos anos aprendendo a evitar a tristeza, mas agora... tenho de aprender a evitar algo que so costumava enfrentar em épocas de prova (a ansiedade)

Minha cabeça está a mil, a todo momento... tanto que no entardecer eu começo a cansar...

Ficar parado em qualquer lugr era algo que até gostava... eu sonhava com qualquer coisa enquanto isso...

Mas, ontem mesmo, dentro de um onibus que estava preso no engarrafamento... quase tive um treco, não queria parar quero, sinha que m mecher de alguma maneira... nem que seja para batucar no meu próprio corpo...

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4º TEXTO


O maior inimigo do TDAH são suas propriás emoçoes....

emoções ocupam um espaço considerável em relação a atenção, memória e decisões


Não me achar e não me fragelar...

Geralmente, as que eu ja tenho noção que atrapalham nesses quesitos são:

*Frustração
*Muito orgulho de algo bem feito (não conigo achar a palara certa para isso)
*ansiedade para fazer outra tarefa
*Vontade de sonhar em horas indevidas
*Pensamentos muito tristes
*Pensamentos muito felizes

Por 7 anos eu fiquei depressivo enquanto trabalhava... (sempre pelo mesmo motivo... ser solitário)

Com isso, minha mente sempre estava desacelerada... notava mais as coisas, lembrava mais das coisas, me focava nas tarefas, sendo a parte ruim a falta de motivação e a força que tinha de fazer continuar trabalhando...



como ja tava acostumado com tristeza, dificilmente ficava frustrado... assim 

Hoje eu tinha uma leve tarefa... pegar uma conta, sacar um dinheiro no caixa eletronico e levar na lotérica para que o documento rcebesse a autenticação de lá....

Só que me confundi com os valores, assim, eu levei menos dinheiro...

Como fiquei meio com vergonha da situação... eu sendo contador e a mulher vendo que errei...

Acabei ficando pensativo, e entrei no modo automatico...

Eu fui no caixa eletronica sacar de novo... e voltrei para pagar....

Sendo que poderia ter entregue meu dinheiro, e depois restituido no caixa eletronico depois...


Oque Causou tanta mudança emocional em mim?


Bom... agora tenho a vida que sempre sonhei... um emprego fixo... hobbys...amigos... e finalmente, uma namorada...


Eu fiquei muitos anos aprendendo a evitar a tristeza, mas agora... tenho de aprender a evitar algo que so costumava enfrentar em épocas de prova (a ansiedade)

Minha cabeça está a mil, a todo momento... tanto que no entardecer eu começo a cansar...

Ficar parado em qualquer lugr era algo que até gostava... eu sonhava com qualquer coisa enquanto isso...

Mas, ontem mesmo, dentro de um onibus que estava preso no engarrafamento... quase tive um treco, não queria parar quero, sinha que m mecher de alguma maneira... nem que seja para batucar no meu próprio corpo...

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5º TEXTO


O maior inimigo do TDAH são suas propriás emoçoes....

emoções ocupam um espaço considerável na nossa mente em relação a atenção, memória e decisões


Geralmente, as emoções que eu ja tenho noção que atrapalham nesses quesitos são:

*Frustração
*Muito orgulho de algo bem feito (não conigo achar a palara certa para isso)
*ansiedade para fazer outra tarefa
*Vontade de sonhar em horas indevidas
*Pensamentos muito tristes
*Pensamentos muito felizes

Por 7 anos eu fiquei depressivo enquanto trabalhava... (sempre pelo mesmo motivo... ser solitário)

Com isso, minha mente sempre estava desacelerada... notava mais as coisas, lembrava mais das coisas, me focava nas tarefas, sendo a parte ruim a falta de motivação e a força que tinha de fazer continuar trabalhando...

Outra coisa é que minha relaçáo com as pessoas tambem ficou boa, pois acabei sendo considerado humilde, e bonzinho (evitava qualquer confusão, pois não tinha ernegia para conter as consequências)



como ja tava acostumado com tristeza, dificilmente ficava frustrado... assim 

Hoje eu tinha uma leve tarefa... pegar uma conta, sacar um dinheiro no caixa eletronico e levar na lotérica para que o documento rcebesse a autenticação de lá....

Só que me confundi com os valores, assim, eu levei menos dinheiro...

Como fiquei meio com vergonha da situação... eu sendo contador e a mulher vendo que errei...

Acabei ficando pensativo, e entrei no modo automatico...

Eu fui no caixa eletronica sacar de novo... e voltrei para pagar....

Sendo que poderia ter entregue meu dinheiro, e depois restituido no caixa eletronico depois...


Oque Causou tanta mudança emocional em mim?


Bom... agora tenho a vida que sempre sonhei... um emprego fixo... hobbys...amigos... e finalmente, uma namorada...


Eu fiquei muitos anos aprendendo a evitar a tristeza, mas agora... tenho de aprender a evitar algo que so costumava enfrentar em épocas de prova (a ansiedade)

Minha cabeça está a mil, a todo momento... tanto que no entardecer eu começo a cansar...

Ficar parado em qualquer lugr era algo que até gostava... eu sonhava com qualquer coisa enquanto isso...

Mas, ontem mesmo, dentro de um onibus que estava preso no engarrafamento... quase tive um treco, não queria parar quero, sinha que m mecher de alguma maneira... nem que seja para batucar no meu próprio corpo...

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6º TEXTO


O maior inimigo do TDAH são suas propriás emoçoes....

emoções ocupam um espaço considerável na nossa mente em relação a atenção, memória e decisões


Geralmente, as emoções que eu ja tenho noção que atrapalham nesses quesitos são:

*Frustração
*Muito orgulho de algo bem feito (não conigo achar a palara certa para isso)
*ansiedade para fazer outra tarefa
*Vontade de sonhar em horas indevidas
*Pensamentos muito tristes
*Pensamentos muito felizes

Por 7 anos eu fiquei depressivo enquanto trabalhava... (sempre pelo mesmo motivo... ser solitário)

Com isso, minha mente sempre estava desacelerada... notava mais as coisas, lembrava mais das coisas, me focava nas tarefas, sendo a parte ruim a falta de motivação e a força que tinha de fazer continuar trabalhando...

Outra coisa é que minha relaçáo com as pessoas tambem ficou boa, pois acabei sendo considerado humilde, e bonzinho (evitava qualquer confusão, pois não tinha ernegia para conter as consequências)


Bom, as coisas mudaram, 

como ja tava acostumado com tristeza, dificilmente ficava frustrado... assim 

Hoje eu tinha uma leve tarefa... pegar uma conta, sacar um dinheiro no caixa eletronico e levar na lotérica para que o documento rcebesse a autenticação de lá....

Só que me confundi com os valores, assim, eu levei menos dinheiro...

Como fiquei meio com vergonha da situação... eu sendo contador e a mulher vendo que errei...

Acabei ficando pensativo, e entrei no modo automatico...

Eu fui no caixa eletronica sacar de novo... e voltei para pagar....

Sendo que poderia ter entregue meu dinheiro, e depois restituido no caixa eletronico depois...


Oque Causou tanta mudança emocional em mim?


Bom... agora tenho a vida que sempre sonhei... um emprego fixo... hobbys...amigos... e finalmente, uma namorada...


Eu fiquei muitos anos aprendendo a evitar a tristeza, mas agora... tenho de aprender a evitar algo que eu só costumava enfrentar em épocas de prova (a ansiedade)

São muitas diferenças, minha cabeça está a mil, a todo momento... tanto que no entardecer eu começo a cansar...

Ficar parado em qualquer lugr era algo que até gostava... eu sonhava com qualquer coisa enquanto isso...

Mas, ontem mesmo, dentro de um onibus que estava preso no engarrafamento... quase tive um treco, não queria parar quero, sinha que m mecher de alguma maneira... nem que seja para batucar no meu próprio corpo com os dedos...
A procrastinação piorou e muito...parece que estou avaliando pouco as consequencias dos meus atos...

por incrível que pareça, é como se eu derrepente uma pessoa normal virasse um TDAH... 

De qualquer forma, eu sei ver o lado bom das coisas. Mesmo com tanta tristeza... eu aprendia não cometer erros que repetiria com força:

Aprendi a me controlar em vários aspéctos, principalmente a não agir ou tomar decisões em momentos de fortes emoções.

Aprendi a não me expor sites de relacionamentos, pois, se voce postar um pensamento genial, será contemplado com um belo "lol", mas se falar asneira será condenado pelo resto de sua vida;

Aprendi a dar um imenso valor para aquilo que não tinha antes, e me prometer fazer o possivel para preservar o meu maior sonho; (amigos e um amor para vida toda... meu verdadeiro tesouro)

Aprendi a controlar boa parte de minhas emoçoes;

Sem contar outras coisas que não me lembro agora...

Bom, essa é uma experiência que nem todos tem como vivenciar... amadurecer através de angústia extrema e duradoura... e quase unanimidade nunca iria querer vivenciar isso...

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7º TEXTO


O maior inimigo do TDAH são suas propriás emoçoes....

emoções ocupam um espaço considerável na nossa mente em relação a atenção, memória e decisões


Geralmente, as emoções que eu ja tenho noção que atrapalham nesses quesitos são:

*Frustração
*Muito orgulho de algo bem feito (não conigo achar a palara certa para isso)
*ansiedade para fazer outra tarefa
*Vontade de sonhar em horas indevidas
*Pensamentos muito tristes
*Pensamentos muito felizes

Por 7 anos eu fiquei depressivo enquanto trabalhava... (sempre pelo mesmo motivo... ser solitário)

Com isso, minha mente sempre estava desacelerada... notava mais as coisas, lembrava mais das coisas, me focava nas tarefas, sendo a parte ruim a falta de motivação e a força que tinha de fazer continuar trabalhando...

Outra coisa é que minha relaçáo com as pessoas tambem ficou boa, pois acabei sendo considerado humilde, e bonzinho (evitava qualquer confusão, pois não tinha ernegia para conter as consequências)


Bom, as coisas mudaram, 

como ja tava acostumado com tristeza, dificilmente ficava frustrado... assim 

Hoje eu tinha uma leve tarefa... pegar uma conta, sacar um dinheiro no caixa eletronico e levar na lotérica para que o documento rcebesse a autenticação de lá....

Só que me confundi com os valores, assim, eu levei menos dinheiro...

Como fiquei meio com vergonha da situação... eu sendo contador e a mulher vendo que errei...

Acabei ficando pensativo, e entrei no modo automatico...

Eu fui no caixa eletronica sacar de novo... e voltei para pagar....

Sendo que poderia ter entregue meu dinheiro, e depois restituido no caixa eletronico depois...


Oque Causou tanta mudança emocional em mim?


Bom... agora tenho a vida que sempre sonhei... um emprego fixo... hobbys...amigos... e finalmente, uma namorada...


Eu fiquei muitos anos aprendendo a evitar a tristeza, mas agora... tenho de aprender a evitar algo que eu só costumava enfrentar em épocas de prova (a ansiedade)

São muitas diferenças, minha cabeça está a mil, a todo momento... tanto que no entardecer eu começo a cansar...

Ficar parado em qualquer lugr era algo que até gostava... eu sonhava com qualquer coisa enquanto isso...

Mas, ontem mesmo, dentro de um onibus que estava preso no engarrafamento... quase tive um treco, não queria parar quero, sinha que m mecher de alguma maneira... nem que seja para batucar no meu próprio corpo com os dedos...
A procrastinação piorou e muito...parece que estou avaliando pouco as consequencias dos meus atos...

por incrível que pareça, é como se eu derrepente uma pessoa normal virasse um TDAH... 

De qualquer forma, eu sei ver o lado bom das coisas. Mesmo com tanta tristeza... eu aprendia não cometer erros que repetiria com força:

Aprendi a me controlar em vários aspéctos, principalmente a não agir ou tomar decisões em momentos de fortes emoções.

Aprendi a não me expor sites de relacionamentos, pois, se voce postar um pensamento genial, será contemplado com um belo "lol", mas se falar asneira será condenado pelo resto de sua vida;

Aprendi a dar um imenso valor para aquilo que não tinha antes, e me prometer fazer o possivel para preservar o meu maior sonho; (amigos e um amor para vida toda... meu verdadeiro tesouro)

Aprendi a controlar boa parte de minhas emoçoes;

Aprendi a ser frio e cauculista, ou seja, que minhas emoções não interferissem nas minhas decisões;

Aprendi que as pessoas mais afortunadas são aquelas que valorizam e se alegram no que já tem,

Aprendi que quanto mais status a pessoa tem, mais trabalho a pessoa tem para manter assim e mais medo de perder a pessoa tem.
Reforçando: Quase sempre as pessoas se mostram valendo muito, mas eu mesmo não iria querer passar pelo que ela passou, para ter o que ela tem.

Aprendi que o que vale, é ter o suficiente para ter uma vida agradável, se preucupações 

Meu maior sonho é:

Eu ter minha família, uma casa modesta, um plano de saúde para todos da minha família, um emprego estavel e não exaustivo, um hoby que me ocupe muito.

Eu sei que 


Sem contar outras coisas que não me lembro agora...

Bom, essa é uma experiência que nem todos tem como vivenciar... amadurecer através de angústia extrema e duradoura... e quase unanimidade nunca iria querer vivenciar isso...


O problema é, pelo fato do sentimento predominante em mim que era a depressão ter se exaurido, e ser substituido pela ansiedade... é bem capaz que eu tenha de trocar minha medicação...

_______________________________________________________________________________


8º TEXTO


O maior inimigo do TDAH são suas propriás emoçoes....

emoções ocupam um espaço considerável na nossa mente em relação a atenção, memória e decisões


Geralmente, as emoções que eu ja tenho noção que atrapalham nesses quesitos são:

*Frustração;
*Vangloriação por algo que fez (nem bem eu acabava de fazer algo bom, e em seguida estragava tudo);
*Ansiedade para fazer outra tarefa;
*Vontade de sonhar em horas indevidas;
*Pensamentos muito tristes;
*Pensamentos muito felizes.

Por 7 anos eu fiquei depressivo enquanto trabalhava... (sempre pelo mesmo motivo... ser solitário)

Com isso, minha mente sempre estava desacelerada... notava mais as coisas, lembrava mais das coisas, me focava nas tarefas, sendo a parte ruim a falta de motivação e a força que tinha de fazer continuar trabalhando...

Outra coisa é que minha relaçáo com as pessoas tambem ficou boa, pois acabei sendo considerado humilde, e bonzinho (evitava qualquer confusão, pois não tinha ernegia para conter as consequências)


Bom, as coisas mudaram, 

como ja tava acostumado com tristeza, dificilmente ficava frustrado... assim, apesar de triste, eu estava sempre com a mente calma.

Agora, vejam um exemplo desses dias: 

eu tinha uma leve tarefa... pegar uma conta, sacar um dinheiro no caixa eletronico e levar na lotérica para que o documento rcebesse a autenticação de lá....

Só que me confundi com os valores, assim, eu levei menos dinheiro...

Como fiquei meio com vergonha da situação... eu sendo contador e a mulher vendo que errei...

Acabei ficando pensativo, e entrei no modo automatico...

Eu fui no caixa eletronica sacar de novo... e voltei para pagar....

Sendo que poderia ter entregue meu dinheiro, e depois restituido no caixa eletronico depois...


Oque Causou tanta mudança emocional em mim?


Bom... agora tenho a vida que sempre sonhei... um emprego fixo... hobbys...amigos... e finalmente, uma namorada...


Eu fiquei muitos anos aprendendo a evitar a tristeza, mas agora... tenho de aprender a evitar algo que eu só costumava enfrentar em épocas de prova (a ansiedade)

São muitas diferenças, minha cabeça está a mil, a todo momento... tanto que no entardecer eu começo a cansar...

Ficar parado em qualquer lugr era algo que até gostava... eu sonhava com qualquer coisa enquanto isso...

Esses dias mesmo, dentro de um onibus que estava preso no engarrafamento... quase tive um treco, não queria parar quero, sinha que m mecher de alguma maneira... nem que seja para batucar no meu próprio corpo com os dedos...

A procrastinação piorou e muito...parece que estou avaliando pouco as consequencias dos meus atos...

por incrível que pareça, é como se eu derrepente uma pessoa normal virasse um TDAH... 


Bom, o tempo esta passando e estou me adaptando... descobrindo truques, e muitos muito eficientes por sinal...


Posso usar como exemplo, um da desses quando eu estava na igreja, sentado, e não conseguia freiar minha mente, olhava para esquerda, para direita, me ajeitava no banco, era dificil demais pprestar atenção no que estava acontecendo...e usei uns truques de relaxamento que não uso faz muito tempo:

Primeiro foi a respiração lenta e forte, para minha mente seguir o mesmo ritmo... (fez parte mas não foi exencial)
Depois notei meus ombros tensos, fazendo força a toa, entõ os relaxei.
E finalmente usei 2 truques que sempre me ajudaram e que tinha esquecido a tempos:

1- relaxamento do rosto (principalmente dos olhos)
2- Indução do sono (as vezes basta eu me lembrar de um momento em que tenho de fazer algo muito chato, ai meu corpo relaxa totalmente, por preguiça)
3- Não manter os olhos 100% abertos, como se estivesse com sono (os olhos são tão importantes na minha concentração que eu tive que postar sobre isso 2 vezes)

Axo que a partir de hoje eu finalmente estou controlando isso... mas com muitas recaidas quando não me dou conta...


De qualquer forma, eu sei ver o lado bom das coisas. Mesmo com tanta tristeza... eu aprendia não cometer erros que repetiria com força caso estivesse bem emocionalmente, sendo que não precise nem errar para aprender:

Aprendi a me controlar em vários aspéctos, principalmente a não agir ou tomar decisões em momentos de fortes emoções.

Aprendi a não me expor sites de relacionamentos, pois, se voce postar um pensamento genial, será contemplado com um belo "lol", mas se falar asneira será condenado pelo resto de sua vida;

Aprendi a dar um imenso valor para aquilo que não tinha antes, e me prometer fazer o possivel para preservar o meu maior sonho; (amigos e um amor para vida toda... meu verdadeiro tesouro)

Aprendi a controlar boa parte de minhas emoçoes;

Aprendi a ser frio e cauculista, ou seja, que minhas emoções não interferissem nas minhas decisões;

Aprendi que as pessoas mais afortunadas são aquelas que valorizam e se alegram no que já tem,

Aprendi que quanto mais status a pessoa tem, mais trabalho a pessoa tem para manter assim e mais medo de perder a pessoa tem.
Reforçando: Quase sempre as pessoas se mostram valendo muito, mas eu mesmo não iria querer passar pelo que ela passou, para ter o que ela tem.

Aprendi que o que vale, é ter o suficiente para ter uma vida agradável, se preucupações 

Meu maior sonho é:

Eu ter minha família, uma casa modesta, um plano de saúde para todos da minha família, um emprego estavel e não exaustivo, um hoby que me ocupe muito.

Eu sei que 


Sem contar outras coisas que não me lembro agora...

Bom, essa é uma experiência que nem todos tem como vivenciar... amadurecer através de angústia extrema e duradoura... e quase unanimidade nunca iria querer vivenciar isso...

_______________________________________________________________________________

9º TEXTO (FINAL)

É pessoal... ultimamente tem sido difícil escrever... tudo por causa de mudanças emocionais...

Tudo que aprendi... tenho de reaprender... estaca zero...

Até coisas básicas como as táticas que uso para escrever os posts mais elaborados:

Já vi que o maior inimigo do TDAH são suas próprias emoções....

Emoções ocupam um espaço considerável na nossa mente em relação a atenção, memória e decisões

Geralmente, as emoções que eu ja tenho noção que atrapalham nesses quesitos são:

*Frustração;
*Vangloriação por algo que fez (nem bem eu acabava de fazer algo bom, e em seguida estragava tudo);
*Ansiedade para fazer outra tarefa;
*Vontade de sonhar em horas indevidas;
*Pensamentos muito tristes;
*Pensamentos muito felizes.




Por 7 anos eu fui depressivo, e ainda assim, forçava para continuar trabalhando...

(e era sempre em razão do mesmo motivo... ser solitário)

Eu podia ter um ótimo emprego, ter uma vida um tanto mais fácil em relação as outras pessoas, ter meus hobbys, mas sempre faltava aquilo que não se compra, e sim, se conquista...



Com isso, minha mente sempre estava desacelerada... notava mais as coisas, lembrava mais das coisas, me focava nas tarefas, sendo a parte ruim a falta de motivação e a força que tinha de fazer continuar trabalhando...

Outra coisa é que minha relação com as pessoas também ficou boa, pois acabei sendo considerado humilde, e bonzinho (evitava qualquer confusão, pois não tinha energia para conter as consequências)





Bom, as coisas mudaram,

como já tava acostumado com tristeza, dificilmente ficava frustrado... assim, apesar de triste, eu estava sempre com a mente calma.

Agora, vejam um exemplo desses dias:

eu tinha uma leve tarefa... pegar uma conta, sacar um dinheiro no caixa eletrônico e levar na lotérica para que o documento recebesse a autenticação de lá....

Só que me confundi com os valores, assim, eu levei menos dinheiro...

Como fiquei meio com vergonha da situação... eu sendo contador e a mulher vendo que errei...

Acabei ficando pensativo, e entrei no modo automático...

Eu fui no caixa eletrônica sacar de novo... e voltei para pagar....

Sendo que poderia ter entregue meu dinheiro, e depois restituído no caixa eletrônico depois...


Oque Causou tanta mudança emocional em mim?


Bom... agora tenho a vida que sempre sonhei... um emprego fixo... hobbys...amigos... e finalmente, uma namorada...
  
Eu fiquei muitos anos aprendendo a evitar a tristeza, mas agora... tenho de aprender a evitar algo que eu só costumava enfrentar em épocas de provas na faculdade ou ensino médio (a ansiedade)

São muitas diferenças, minha cabeça está a mil, a todo momento... tanto que no entardecer eu começo a cansar...

Ficar parado em qualquer lugar era algo que até gostava... eu sonhava com qualquer coisa enquanto isso...

Esses dias mesmo, dentro de um ônibus que estava preso no engarrafamento... quase tive um treco, não queria parar quero, tinha que m mexer de alguma maneira... nem que seja para batucar no meu próprio corpo com os dedos...

A procrastinação piorou e muito...parece que estou avaliando pouco as consequências dos meus atos...

por incrível que pareça, é como se eu de repente uma pessoa normal virasse um TDAH...

Bom, o tempo esta passando e estou me adaptando... descobrindo truques, e muitos muito eficientes por sinal...

Posso usar como exemplo, um da desses quando eu estava na igreja, sentado, e não conseguia freira minha mente, olhava para esquerda, para direita, me ajeitava no banco, era difícil demais prestar atenção no que estava acontecendo...e usei uns truques de relaxamento que não uso faz muito tempo:

Primeiro foi a respiração lenta e forte, para minha mente seguir o mesmo ritmo... (fez parte mas não foi exencial)
Depois notei meus ombros tensos, fazendo força a toa, entõ os relaxei.
E finalmente usei 2 truques que sempre me ajudaram e que tinha esquecido a tempos:

1- relaxamento do rosto (principalmente dos olhos)
2- Indução do sono (as vezes basta eu me lembrar de um momento em que tenho de fazer algo muito chato, ai meu corpo relaxa totalmente, por preguiça)
3- Não manter os olhos 100% abertos, como se estivesse com sono (os olhos são tão importantes na minha concentração que eu tive que postar sobre isso 2 vezes)

Acho que a partir de hoje eu finalmente estou controlando isso... mas com muitas recaídas quando não me dou conta...

De qualquer forma, eu sei ver o lado bom das coisas. Mesmo com tanta tristeza... eu aprendia não cometer erros que repetiria com força caso estivesse bem emocionalmente, sendo que não precise nem errar para aprender:

*Aprendi a me controlar em vários aspectos, principalmente a não agir ou tomar decisões em momentos de fortes emoções.

*Aprendi a não me expor sites de relacionamentos, pois, se voce postar um pensamento genial, será contemplado com um belo "lol", mas se falar asneira será condenado pelo resto de sua vida;

*Aprendi a dar um imenso valor para aquilo que não tinha antes, e me prometer fazer o possível para preservar o meu maior sonho; (amigos e um amor para vida toda... meu verdadeiro tesouro)

*Aprendi a controlar boa parte de minhas emoções;

*Aprendi a ser frio e calculista, ou seja, que minhas emoções não interferissem nas minhas decisões;

*Aprendi que as pessoas mais afortunadas são aquelas que valorizam e se alegram no que já tem,

*Aprendi que quanto mais status a pessoa tem, mais trabalho a pessoa tem para manter assim e mais medo de perder a pessoa tem.

*Reforçando: Quase sempre as pessoas se mostram valendo muito, mas eu mesmo não iria querer passar pelo que ela passou, para ter o que ela tem.

*Aprendi que o que vale, é ter o suficiente para ter uma vida agradável, se preocupações

Para terem idéia, meu maior sonho é:

Eu ter minha família, uma casa modesta, um plano de saúde para todos da minha família, um emprego estável e não exaustivo, um hobby que me ocupe muito.

(Agora eu nem sei se vou aguentar ter uma vida calma assim, as vezes eu sinto que necessito de caos para continuar vivendo... eu sou tão chegado no caos que assisti todas as pegadinhas que aparecem no youtube )

*Sem contar outras coisas que não me lembro agora...

Bom, essa é uma experiência que nem todos tem como vivenciar... amadurecer através de angústia extrema e duradoura... e quase unanimidade nunca iria querer vivenciar isso...


quinta-feira, 11 de julho de 2013

ARTIGO - 6 MANEIRAS DE ACABAR CIÊNCTIFICAMENTE COM A PROCRASTINAÇÃO



Todo mundo tem que lidar, uma hora ou outra, com a procrastinação. É difícil colocar muita culpa em nós mesmos, porém, já que a internet oferece uma quantidade ilimitada de alternativas para escolhermos ao invés do nosso trabalho. Sendo esse obviamente o caso, confira algumas maneiras comprovadas de combater a procrastinação:

6. Aprenda a se comprometer

Lembra de seus dias de faculdade, nos quais praticamente todo mundo se gabava de ter ficado milagrosamente acordado a noite toda para estudar? Mas deixar para última hora e estudar ou trabalhar a noite inteira está longe do ideal em termos da qualidade do que é produzido.

De acordo com um estudo sobre a procrastinação, a atitude é inspirada no fato de que não há nenhuma maneira de “sair”. Melhor ainda, este sentimento pode ser controlado (sem preocupação e paranoia) pelo fato da pessoa se “pré-comprometer” à tarefa antes de iniciá-la. Existem algumas maneiras de fazer isso, dependendo da gravidade de sua letargia.

Uma das alternativas mais extremas é um aplicativo chamado StickK, que permite que você se comprometa a um objetivo que você deve concluir em um prazo determinado. Antes que você possa definir a meta, no entanto, é preciso estabelecer uma quantia em dinheiro, e se você perder o seu prazo, esse dinheiro fica bloqueado e é doado para uma instituição de caridade que você odeia. Você pode selecionar outras opções e não ter que colocar dinheiro na brincadeira, mas daí, é claro, sua motivação vai por água abaixo.

Outras formas menos dramáticas para alcançar um efeito similar é anotar quando e onde você vai completar uma tarefa (alunos que fazem isso são muito mais propensos a completar tarefas), ou tornar seu compromisso público através da partilha de seu plano com um amigo (por exemplo, enviar um e-mail dizendo “Minha parte do trabalho estará pronta amanhã às cinco horas”). Leva em conta um tempo para emergências, mas não se dê uma semana para terminar uma tarefa quando você realmente precisa de um ou dois dias, no máximo.



5. Defina micro e macro metas

A motivação é importante para alcançar objetivos, bem como os planos que você constrói para chegar lá.

Em um estudo surpreendente sobre motivação, pesquisadores descobriram que o pensamento abstrato sobre os objetivos pode realmente ajudar na hora da disciplina. No sentido mais básico, “sonhar grande” não é um mau conselho (embora precise ser balanceado).

A criação de planos grandiosos pode intimidar as pessoas e elevar suas expectativas. Para que elas não precisem parar de sonhar grande, a melhor maneira de encontrar um equilíbrio é simplesmente definir “macro metas” e “micro quotas”. Seus objetivos devem ser as coisas que você espera conseguir, e suas quotas as coisas pequenas que têm que ser feitas todos os dias para que as maiores aconteçam.

Por exemplo, o escritor/designer Nathan Barry forçou-se a escrever mil palavras por dia, fizesse chuva ou fizesse sol, para conseguir autopublicar seus três livros. A quota era acessível e tornou o objetivo possível.
Basicamente, quotas o ajudam a fazer um pouco de cada vez. Começar por baixo garante um começo em primeiro lugar, e, mais para frente, a realização de seus objetivos maiores.

4. Se organize

Pesquisas mostram que a “paralisia da análise” é uma das principais causas da procrastinação. Não saber o que fazer é muitas vezes pior do que o trabalho em si. É por isso que você deve sempre se esforçar para se organizar com novos compromissos, especialmente em termos de como você começará cada um de seus dias.

Na noite anterior, crie uma simples lista de tarefas (esqueça aplicativos, vá de papel e caneta) consistindo de três grandes coisas que você quer prontas no dia seguinte. Mantenha essa lista ao alcance, em sua mesa ou bolsa. Com uma lista clara do que trabalhar hoje, você não terá que repassar mentalmente uma longa lista de obrigações que devem ser cumpridas “algum dia”.

3. Técnica do redirecionamento

Ser muito duro consigo mesmo por procrastinar não é saudável. Na verdade, um estudo mostra que a autoculpa é definitivamente contraprodutiva. A pesquisa analisou os hábitos para estudar em particular, e concluiu que o “perdão permite que o indivíduo supere seu comportamento mal adaptado e se concentre no

próximo exame, sem a carga de atos passados para dificultar o estudo”.

Agora, isso não significa que você deve desistir, mas sim que você não deve deixar o fato de que você não quer fazer algo fazer você se sentir mal. Em vez disso, você deve tentar redirecionar sua procrastinação em algo produtivo.

Por exemplo, quando não estiver conseguindo escrever, faça pequenas tarefas que ainda precisam ser feitas, como responder e-mails. A técnica não é à prova de falhas, mas pode deixá-lo com mais vontade de trabalhar durante aqueles períodos que você realmente tem que terminar algo.

Mas pesquisas também sublinham que é importante avaliar cada tarefa para garantir que você não esteja se engajando em comportamento “automático”.

Muitas vezes, nosso comportamento é robótico. Nós fazemos coisas porque não pensamos realmente sobre elas, porque é um hábito ou estamos copiando inconscientemente outras pessoas. Este tipo de comportamento pode ser um inimigo do verdadeiro objetivo. Pergunte-se se o que você está fazendo está realmente o deixando mais perto de seu objetivo.

Enquanto a tarefa para a qual você está redirecionando ainda for relevante para seus objetivos, digamos, terminar algumas edições em vez de criar um novo artigo, não há problema em perdoar a si mesmo e redirecionar o seu comportamento.

2. Conheça os quatro pilares da procrastinação


  • De acordo com um estudo acadêmico, parece haver quatro pilares da procrastinação que influenciam a população em geral. Identificar qual deles está te impedindo de fazer uma determinada tarefa pode ser útil para superar a barreira inicial de começá-la – que é a parte mais difícil.
  • Tarefa de baixo valor: Quando consideramos uma tarefa desagradável ou chata, ou pouco importante para nosso objetivo final, podemos tentar transformá-la em mais agradável para poder concluí-la, como, por exemplo, escrever um projeto sentado no seu café preferido tomando seu drink preferido. Ou você pode adicionar elementos artificiais, tais como prazos “sem volta”, como os mencionados acima que envolvem dinheiro.
  • Personalidade: Infelizmente, a personalidade desempenha um papel na procrastinação. Algumas pessoas são mais impulsivas do que outras. A vantagem é que, embora seja difícil de controlar a personalidade, é muito mais fácil controlar o ambiente. Por exemplo, se você está de dieta, pode esconder as comidas gordurosas que você não deve comer. Você certamente desistirá de comer uma coisa ou outra se elas não estiverem na sua frente. Se precisar terminar algum trabalho, bloqueie todas as distrações, vá para locais tranquilos (como a biblioteca) e restrinja o desperdício de tempo, usando ferramentas como StayFocusd, que bloqueiam sites que certamente lhe farão procrastinar.
  • Expectativas: Se você espera completar uma tarefa facilmente, então é menos provável que você procrastine. Este pilar é um pouco mais difícil de “burlar”, mas o melhor truque é simplesmente perceber que o primeiro passo é muitas vezes o mais difícil psicologicamente. “Fazer” será muito menos terrível do que imaginamos que será, por isso, se pudermos dedicar pelo menos 5 minutos para tentar algo, podemos ver no que vai dar.
  • Medo de falhar: O medo do fracasso é uma coisa real para muitos procrastinadores. Este pilar tem realmente a ver com estar confiante em suas habilidades. A dica aqui é: tente. Você já tem o não; se tentar e continuar com o não, dá na mesma. Mas é só se você tentar que pode conseguir um sim.


1. Tenha o tipo “certo” de fantasia

Fantasias sobre o futuro são geralmente boas. Mas fantasia em excesso é uma assassina de metas e uma enorme razão para as pessoas procrastinarem (em combinação com perfeccionismo). De acordo com um estudo sobre motivação e fantasias, quando você pensa muito grande pode estar sabotando objetivos reais já obtidos.

Pesquisadores testaram o quão comum eram fantasias sobre o futuro em participantes, e acompanharam seu desempenho em uma série de categorias.

Os participantes estavam à procura de um emprego. Aqueles que passaram mais tempo sonhando com a obtenção de um emprego tiveram um desempenho pior. Dois anos depois de sair da faculdade, os sonhadores tinham se inscrito para menos vagas de trabalho, recebido menos ofertas, e, se estavam trabalhando, tinham salários mais baixos.

Visualizações positivas podem ser motivadoras e inspirar as pessoas, no entanto. O erro está no que nós visualizamos. Os pesquisadores descobriram que os participantes que se envolveram em visualizações que incluíam o que precisava ser feito para alcançar seu objetivo (por exemplo, sonhar com a aprendizagem de outra língua, e visualizar-se praticando todos os dias depois do trabalho) eram mais propensos a superar seus colegas.

A visualização do processo funciona porque ajuda a chamar a atenção sobre os passos necessários para atingir sua meta e reduzem a ansiedade. Então não se preocupe com seus sonhos, apenas certifique-se que você não está se focando na recompensa sem pensar nos passos necessários para que ela venha.

Bônus: Deixe para lá

Para muitos de nós, a procrastinação vem de uma sobrecarga de obrigações. Nossa capacidade de dizer “não” a coisas que não estão realmente nos movendo em direção a nossas metas é uma habilidade difícil de aprender, mas quando estamos sufocados sob um monte de tarefas sem sentido, é necessário adquiri-la.

Produtividade requer eliminação radical. Pode parecer egoísta, mas você tem que cuidar de si mesmo para que você possa cuidar de qualquer outra coisa ou pessoa.

FONTE: http://hypescience.com/6-maneiras-de-acabar-cientificamente-com-a-procrastinacao/

DICA - Mnemônica

Uma mnemónica  mnemônica  é um auxiliar de memória. São, tipicamente, verbais, e utilizados para memorizar listas ou fórmulas, e baseiam-se em formas simples de memorizar maiores construções, baseados no princípio de que a mente humana tem mais facilidade de memorizar dados quando estes são associados a informação pessoal, espacial ou de carácter relativamente importante, do que dados organizados de forma não sugestiva (para o indivíduo) ou sem significado aparente. Porém, estas sequências têm que fazer algum sentido, ou serão igualmente difíceis de memorizar.




Dias dos meses

Por exemplo, uma mnemónica amplamente difundida é aquela utilizada para averiguar quantos dias tem um mês utilizando os nós superiores dos dedos e os seus intervalos. A cada nó, intercalado com o intervalo com o próximo nó, é atribuído sequencialmente um mês, iniciando-se sempre no nó do mínimo, em sequência até ao nó do dedo indicador e continuando para a outra mão da mesma forma. Por serem doze meses, a contagem deverá terminar no nó do dedo anelar da segunda mão.




mão esquerdamão direita
Dedosm-A-M-II-M-A
MesesJanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDez



Sistema Solar



Pode-se usar a frase que é usada em escolas para fazer as crianças memorizar os nomes planetas do Sistema Solar: MercúrioVênusTerraMarteJúpiterSaturnoUranoNetuno e Plutão:


Minha velha(ou vó) traga meu jantar: sopa, uva, nozes e pão.
Ou ainda:

Minha Velha Tia Mandou Jogar Sal Úmido Nas Plantas.
Minha vó traga meu jantar: sopa, uva,nabo e pão.
Minha Vó Tem Matado Jacarés Sem Usar Nenhuma Pistola.
Minha Vó tem Muitas Jóias, Sabe Usá-las No Pescoço.
Minha Vó tem Muitas Jóias, Só Usa No Pescoço.
Meu Vestido Todo Molhado, Já Secou UNovo Pedaço.
Meu Velho Tio Mandou Júnior Saborear Umas Nove Pizzas.


Outras línguas

Decorar possessivos inglêses no qual se refere a ele (dele = his) ou ela (dela = her) :


MUL"HER"


Nomes Históricos


Alguns nomes de imperadores romanos:

Decorando certas palavras:

CLANEGALO 

Cláudio
NERO
GALBA
OTÃO

VIVESTIDO

Vitélio
Vespasiano
Tito Flávio
Domiciano

FONTES: